30 de jun de 2012

Poema sem nome 2



E da minha janela
vejo a noite escura,
vestida de espessa neblina.
Ocultos em seu bojo,
sussurros e mistérios...
E a vida latente,
insistente,
que explode em cores
ao nascer do sol...

Nenhum comentário:

Postar um comentário